HABLAS DE EXTREMADURA EN LA RED

HABLAS DE EXTREMADURA EN LA RED

Antología

 de Antonio Viudas Camarasa

 

Mapa de las lenguas de Extremadura

 

La frontera portuguesa

 

Extremadura y Portugal

 

Antonio Viudas Camarasa

 


 

Mapa de Luís F. Lindley Cintra (1983)

 



La frontera de los dialectos portugueses con las hablas extremeñas en el mapa de la Clasificación de los dialectos gallego-portugueses de Luís F. Lindley Cintra (1983)

 

Elaboración y foto ©aviudas 2002

Fuente del mapa:Luís F. Lindley CINTRA: Nova proposta de classificação dos dialectos Galego-portugueses

  • El portugués fronterizo con Extremadura pertenece al dialecto centro meridional. En la provincia de Cáceres se observa que el habla fronteriza portuguesa presenta un marcado matiz de subdialecto, coincidiendo grosso modo con la Cuenca del río Tajo. En los límites con Badajoz y Huelva el profesor Cintra señal los rasgos generales del dialecto portugués centro meridional, en torno a la cuenca del río Guadiana

"... a variedade da Beira-Baixa e Alto-Alentejo, correspondendo,) a uma região que tem como principais núcleos urbanos Castelo-Branco e Portalegre e cujos dialectos se caracterizam por uma profunda alteração de timbre de todo o sistema vocálico, principalmente do tónico. Como isófona que possa marcar o limite da zona, parece-me preferível escolher, a da palatalização, em maior ou menor grau, da vogal tónica u. Obteremos assim, sempre com base nos materiais do ALPI, a região dialectal assinalada no mapa (e que, como se pode observar, ultrapassa um pouco, a norte, o limite escolhido entre dialectos setentrionais e meridionais) (56).Dentro desta região também se observa a palatalização, mais ou menos acentuada, conforme as localidades e os falantes, do a tónico, quando em contacto com consoante ou semi-vogal palatal ou quando, na sílaba anterior, se encontra ou encontrou uma das vogais ou semi-vogais, átonas i ou u (57), a labialização do [e] e do [E] e a maior ou menor palatalização do [o], proveniente do antigo ditongo ou, ou, directamente, do antigo [ow].

Todos estes traços alcançam um máximo de clareza e uma quase regularidade no centro da zona e esbatem-se gradualmente nos seus extremos, onde, sem dúvida, o traço que permanece mais perceptível é a alteração do timbre do u (apesar de muito menos acentuada que no centro) (58)".

Luís F. Lindley CINTRA


Enlaces

Luís F. Lindley CINTRA: Nova proposta de classificação dos dialectos Galego-portugueses

Joseph-Maria PIEL: Origens e estruturação histórica do léxico português

Eduardo PAIVA RAPOSO: "Algumas observações sobre a noção de «língua portuguesa»


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